domingo, 31 de agosto de 2014
PERDÃO.....
PERDÃO.
Só onde o amor é perfeito, não há necessidade de perdão. Enquanto pecadores, peregrinado com os irmãos para a casa “céu” do Pai, ele é indispensável como o pão diário.
VENHA COMIGO NA COLINA DO CALVÁRIO.
Assista enquanto os soldados jogam o Carpinteiro no chão e esticam seus braços sobre a travessa da cruz. Um pressiona um joelho com o antebraço e um prego contra a mão. Jesus volta o rosto na direção do prego no exato momento em que o soldado ergue o martelo para bater.
Jesus não poderia tê-lo impedido? Pelo fechar do pulso poderia ter resistido. Não era aquela a mesma mão que acalmara uma tempestade? Que purifica o templo? Que ressuscitara o morto?
MAS EM NENHUM MOMENTO A CRUCIFICAÇÃO FOI INTERROMPIDA.
A multidão junto da cruz concluiu que o proposito dos golpes foi espertar as mãos de Cristo numa trave de madeira. Mas isso é só meia verdade. Não podemos culpar a multidão por não perceber a outra metade. As pessoas não podiam ver. Mas Jesus podia. O céu podia. E nós podemos.
Através dos olhos das Escrituras vemos o que outros não perceberam, mas que Jesus viu. Ele “cancelou a escrita de dívida, que consistia em ordenanças, e que nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz” (Cl 2. 14).
Entre sua mão e a madeira havia uma lista. Uma longa lista. Um inventário de erros: desejos, mentiras, momento de ganância e anos de esbanjamento. Uma lista com todos os nossos pecados.
Deus escrevera uma relação de nossas faltas. Esse rol que Deus fez, porém, não pode ser lido. As palavras não podem ser decifradas, os erros estão cobertos. Os pecados estão ocultos. Os de cima estão ocultos por suas mãos; os debaixo estão cobertos por seu sangue. Seus pecados foram varridos por Jesus (Isaías 44. 22).
E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas, Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. (Colossenses 2: 13-14).
O que impediu Jesus de resistir? Esse mandado, essa tribulação de nossos erros. Ele sabia que o preço daqueles pecados era a morte. Ele sabia que a fonte desses pecados era você e, uma vez que não podia suportar a ideia de passar a eternidade sem você, ele escolheu os cravos.
A mão segurando o cabo do martelo não foi a de um militar romano. A força por trás da ferramenta não foi a de uma multidão irada. O veredito por trás da morte não foi dado por judeus enciumados. O próprio Jesus escolheu os cravos. Assim, as mãos de Jesus se abriram. Se o soldado tivesse hesitado, o próprio Jesus teria martelado. Ele sabia fazer isso; bater pregos e cravos não era uma atividade que ele desconhecia. Como carpinteiro, Jesus sabia o que era preciso fazer. E como salvador, sabia o que aquilo significava. Sabia que o propósito do cravo era colocar nossos pecados onde seriam ocultados por seu sacrifício e cobertos por seu sangue.
Desse modo, portanto, o próprio Jesus manuseou o martelo. A mesma mão que acalmou os mares acalma a sua culpa. A mesma mão que purificou o templo purifica o seu coração. A mão é a mão de Deus. O cravo é o cravo de Deus. E assim como as mãos de Jesus se abriram para os cravos, as portas do céu se abriram para você.
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
ADMITA QUE O LIXO EXISTA NO SEU DIA Á DIA.
ADMITA QUE O LIXO EXISTA NO SEU DIA Á DIA.
Vocês já perceberam que todos passam batido pela lata de lixo. Ninguém vê a pilha jornais velhos?
A mesa suja? A lata de lixo transbordando? A negação não retira o lixo.
Admitir que o lixo, existe, é o primeiro passo para jogá-lo fora. Precisamos aceitar que é necessário nós admitir que haja lixos em nossas vidas e que é necessário abrir o saco e colocar para fora esses lixos.
Observe esse texto: Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. I João 1: 9.
João falou; A confissão leva ao perdão, e o perdão leva à purificação.
A confissão não cria um relacionamento com Deus; ela simplesmente o nutre.
Se você é nascido de novo, e reconhecer seus pecados não altera sua posição perante Deus, mas de fato lhe dá paz com ele.
Ao confessar, você concorda; você para de discutir com Deus e concorda com Ele sobre seus pecados.
Pecado não confesso leva a um estado de desacordo. Você pode ser filho de Deus, mas não querer conversar com ELE isso não vai mudar nada no amor que ELE tem por você.
Ele ainda o ama, mas enquanto você não admitir o que fez, haverá tensão em casa, isso no seu interior.
Mas assim como o pecado não confesso bloqueia a alegria, o pecado confessado a libera.
A confissão faz pela alma aquilo que o arado faz pela terra.
Antes de o agricultor lançar as sementes, ele trabalha a terra, removendo as pedras e arrancando os cepos com as raízes.
Ele sabe que as sementes cresce melhor se a terra estiver arada.
A confissão é o ato de convidar Deus a caminhar pela terra do nosso coração.
Podemos mostrar para Deus o que esta nessa terra “coração”.
Senhor há uma pedra de ganancia, da lascívia, da fornicação, do adultério, da murmuração por aqui, esses troncos com raízes de culpa são profundos demais.
Esse solo, esta seco demais para receber as suas sementes.
A semente de Deus cresce melhor se o solo do nosso coração estiver limpo.
A confissão busca o perdão de Deus, não a anistia. Perdão pressupõe culpa; anistia, leva ao esquecimento.
A confissão admite o erro e busca o perdão; a anistia nega o erro e declara inocência.
Vocês já perceberam que todos passam batido pela lata de lixo. Ninguém vê a pilha jornais velhos?
A mesa suja? A lata de lixo transbordando? A negação não retira o lixo.
Admitir que o lixo, existe, é o primeiro passo para jogá-lo fora. Precisamos aceitar que é necessário nós admitir que haja lixos em nossas vidas e que é necessário abrir o saco e colocar para fora esses lixos.
Observe esse texto: Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. I João 1: 9.
João falou; A confissão leva ao perdão, e o perdão leva à purificação.
A confissão não cria um relacionamento com Deus; ela simplesmente o nutre.
Se você é nascido de novo, e reconhecer seus pecados não altera sua posição perante Deus, mas de fato lhe dá paz com ele.
Ao confessar, você concorda; você para de discutir com Deus e concorda com Ele sobre seus pecados.
Pecado não confesso leva a um estado de desacordo. Você pode ser filho de Deus, mas não querer conversar com ELE isso não vai mudar nada no amor que ELE tem por você.
Ele ainda o ama, mas enquanto você não admitir o que fez, haverá tensão em casa, isso no seu interior.
Mas assim como o pecado não confesso bloqueia a alegria, o pecado confessado a libera.
A confissão faz pela alma aquilo que o arado faz pela terra.
Antes de o agricultor lançar as sementes, ele trabalha a terra, removendo as pedras e arrancando os cepos com as raízes.
Ele sabe que as sementes cresce melhor se a terra estiver arada.
A confissão é o ato de convidar Deus a caminhar pela terra do nosso coração.
Podemos mostrar para Deus o que esta nessa terra “coração”.
Senhor há uma pedra de ganancia, da lascívia, da fornicação, do adultério, da murmuração por aqui, esses troncos com raízes de culpa são profundos demais.
Esse solo, esta seco demais para receber as suas sementes.
A semente de Deus cresce melhor se o solo do nosso coração estiver limpo.
A confissão busca o perdão de Deus, não a anistia. Perdão pressupõe culpa; anistia, leva ao esquecimento.
A confissão admite o erro e busca o perdão; a anistia nega o erro e declara inocência.
sábado, 23 de agosto de 2014
QUANDO JESUS OLHOU PARA A CRUZ
QUANDO JESUS OLHOU PARA A CRUZ
Deus teve o proposito de enviar Jesus para a cruz desde o inicio? Essa foi à pergunta de certo homem que se dizia pregador do na Inglaterra. Para ele Jesus não pensava na crucificação no inicio do seu ministério. Ele veio com o proposito de que os homens o seguissem e não que o matassem.
As escrituras, porém, tornam claro que a cruz de Cristo não foi uma reflexão tardia nem um acidente humano, pois Jesus era “o cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap. 13. 8). Em sua mensagem no dia do pentecostes, Pedro afirmou esta verdade quando disse que Jesus fora “entregue pelo determinado designo e presciência de Deus” (At. 2. 23). Pedro se achava presente quando tudo aconteceu: ele sabia que o calvário não foi uma surpresa para Jesus. Anos mais tarde, quando escreveu a sua primeira carta, Pedro chamou Jesus de cordeiro que foi “conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo” (1 Pe. 1. 20). Pode alguma coisa ser mais clara que isso? Paulo concordou com Pedro e que a cruz estava na mente e no coração de Deus desde o inicio. Afinal de contas, se Deus prometeu a vida eterna “antes dos tempos eternos” (Tt. 1. 2), e se ele “nos escolheu nele (Cristo) antes da fundação do mundo” (Ef. 1. 4), “e escreveu nossos nomes no livros da vida” (Ap. 17. 8), então o grande plano da salvação pertence aos conselhos Divinos da eternidade.
JESUS FOI ASSASSINADO OU MORREU VOLUNTARIAMENTE?
Quando Jesus veio a esta terra. Ele sabia que tinha vindo para morrer; vamos ouvir então as palavras do próprio Mestre, explicando as escrituras aos dois discípulos desanimados na estrada de Emaús. “Porventura, não convinha que o Cristo padecesse e entrasse na sua gloria”? (Lc. 24. 26). A cruz foi uma determinação Divina e não um acidente humano. Ela foi uma tarefa dada por Deus e não uma opção humana. Mais tarde, naquela mesma noite, Jesus apareceu aos onze apóstolos e disse: “Assim está escrito que o Cristo havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia” (Lc. 24. 46). Jesus não foi assassinado; Ele entregou voluntariamente a sua vida pelas suas ovelhas. A sua morte era uma necessidade no plano eterno de Deus.
domingo, 10 de agosto de 2014
Deus tem um campo de treinamento para você
Deus tem um campo de treinamento para você.
* Quando observamos aonde João Batista iniciou a sua pregação, vamos ver que é um deserto. O campo de treinamento para esses profetas será o deserto ou lugares áridos. O menino crescia e se fortalecia em espirito. E viveu nos desertos até ao dia em que havia de se manifestar-se a Israel. (Lc 1. 80). João Batista cresceu e se tornou forte no espirito no deserto! Não foram nos palácios, seminários, escolas bíblicas ou nas sinagogas, mas no deserto. Profeticamente isso deveria nos dizer que o treinamento para esses profetas Elias não será fácil! Deus será duro com eles. É como ser treinado para uma tropa de elite. Eles têm de passar por um treinamento muito mais forte do que os soldados comuns. Por quê? Porque eles irão a lugares mais perigosos do que aqueles que um soldado simples irá enfrentar.
* No deserto, João aprendeu que o Senhor era a sua fonte, não o homem ou as instituições. Ele não era sustentado por sua denominação ou igreja. Ele não buscou sustento através de sua lista de correspondência ou de um empresário rico, nem através de cartas com promessas de Deus àqueles que ofertassem para o seu ministério. Sua motivação não era receber, e sim dar.
* Ele não gerou sustento escrevendo cartas às sinagogas locais pedindo que viessem pregar em sua igreja ou preenchendo sua agenda com as maiores sinagogas para que o orçamento fosse atingido. Suas necessidades não eram satisfeitas mediante conversas bajuladores com os ricos, dando-lhes tratamento especial. Suas necessidades foram supridas pelo Senhor.
* João Batista aprendeu que o Senhor era sua fonte total naquele deserto! Nenhum homem ou ministério o sustentou. Portanto, ele podia falar o que Deus mandava, sem medo de ser rejeitado! Muitos pregadores hoje estão presos pela preocupação sobre o que seus membros pensam deles ou de suas mensagens. A junta de diretores é que os controla e não o Espirito Santo de Deus. O medo de ser rejeitados os domina. Então, eles são como marionetes, controlados pela aprovação dos homens.
* Deixa-me colocar isso dessa maneira. Se eu quero alguma aceitação, uma posição que você pode me oferecer ou uma segurança que você pode me dar, então, você pode me manipular controlar ou me dominar. Se eu quero qualquer coisa de você, então você se torna a fonte, e seu ofender essa fonte aquilo que eu quero pode ser recusado. Isso é chamado o temor do homem. Você não pode temer o homem e a Deus ao mesmo tempo. Você vai temer um ou outro. A razão por que o ensino e a pregação de muitos obreiros não têm efeito é que eles estão amarrados pelo temor ao homem! O temor do Senhor é o principio da sabedoria.. (Sl 111. 10). Quem teme ao homem arma ciladas... (Pv. 29. 25). Se um ministro teme a Deus, ele vai operar na sabedoria de Deus. Haverá liberdade e vida em tudo o que ele diz ou faz. Se um ministro teme ao homem, isso será uma cilada para ele. Uma cilada é uma armadilha que o homem usa para pegar animais.
* Certa manhã, eu perguntei ao Senhor o que seria o temos do homem. Ele disse: o temor do homem é o medo de ser rejeitado pelo homem, sem considerar a mi há rejeição! O medo de ser rejeitado pelo homem é uma armadilha! Quantos crentes estão amarrados por essa armadilha no desejo de obter a aprovação dos homens! João Batista aprendeu no deserto que Deus era a sua fonte. Ele não queria nada das pessoas; desde que a mensagem de Deus fosse pregada através dele, não importava se as pessoas ou lideres o rejeitassem, pois ele não queria nada deles.
* João aprendeu a ouvir a voz do Senhor no deserto. Ele não estava repetindo o que ele ouvia outro pregador ensinar. Ele não lia livros para retirar deles seus sermões. Ele não estudava horas e horas para construir uma nova mensagem. Ele não foi instruído sobre como preparar um sermão ou receber qualquer treinamento homilético. Ele tinha a unção do Senhor. Ele buscava a Deus e o Senhor revelava-se a Ele! Ele sabia que Deus dissera: Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo coração. (Jr 29. 13).
* Certa vez um homem falou-me para eu comprar um livro sobre como influenciar pessoas com as minhas mensagens, e sempre estar no lugar certo no momento certo. Também aconselhou; Vá às igrejas onde muitos pastores estão e carregue consigo muitos cartões. Faça os pastores saberem que você está disponível para pregar. Advertiu-me a também falar palavras positivas e não negativas para agradar os lideres. E sempre se vista de ternos de primeira linha ou de Grife.
* Penso que esse homem não conheceu o ministério de João Batista. Sempre estar no lugar certo, no momento certo. Lá estava ele, quinze quilômetro no meio do nada. Ele não colocou um anuncio num jornal cristão sobre o seminário profético que ele estava ministrando no deserto. Não colocou nenhuma propaganda em revista cristã, jornal, ou qualquer ou meio de anuncio dizendo. Venha à minha conferencia profética e você será um profeta em uma semana ou você vai ficar rico e nunca mais terá problema. Ele nem mesmo distribuiu folhetos por toda Jerusalém. Mesmo assim, a Bíblia mostra claramente que a Palavra do Senhor veio a ele no deserto. Então, saíram a ter com ele Jerusalém, toda Judeia e toda circunvizinha do Jordão. (Mt 3. 5). O que, ou quem levou todas aquelas pessoas para o deserto?
* quanto a falar palavras positivas para agradar os que te ouvem? As primeiras palavras a saírem da boca de João Batista no Evangelho de Lucas foram; Raça de víbora! Esta foi a maneira como ele iniciou o culto! Você poderia imaginar-se olhando para aquela multidão dizendo que era um bando de cobras venenosas? Como fazer amigos e influenciar pessoas par João Batista?
Se vista de terno de grife. João Batista usava um terno italiano no valor de três mil reais e um par de sapatos de couro de lagarto legitima certo? Não! Ele provavelmente tinha um pedaço de pelo de camelo enrolado em seu corpo com um cinto de couro para segurar. Talvez tivesse pés sujos e mau hálito. Quando pregava talvez cuspisse acidentalmente naqueles que estavam mais próximo e o seu fervor era notável.
* E, partindo eles, começou Jesus a dizer às turbas, a respeito de João: Que fostes ver no deserto? Uma cana agitada pelo vento? Sim, que fostes ver? Um homem ricamente vestido? Os que trajam ricamente estão nas casas dos reis. Mas, então que fostes ver? Um profeta? Sim, vos digo eu, e muito mais do que profeta; Porque é este de quem está escrito: Eis que diante da tua face envio o meu anjo, Que preparará diante de ti o teu caminho. (Mateus 11:7-10).
* Pessoas famintas viajarão quilômetros e enfrentarão o desconforto para ouvir a Palavra do Senhor. Muitas pessoas hoje estão cansadas de ouvir mensagens sem vidas, cansadas de ouvir pregadores sem vida espiritual ou sem unção do Espirito Santo, estão saturadas de sermões que não penetram nos seus corações e não provoca mudança e suas vidas.
* Os homens limitam Deus de acordo com o entendimento que eles têm de Deus ao invés de permitir que Ele opere através deles como vasos. Todas as vezes que me rendo a Deus e o deixo falar através de mim, Ele me tem revelado mais de sua natureza.
Por que temos que colocar Deus dentro da caixa da nossa zona de conforto? Muitos tentam coloca-lo dentro de seus limites intelectuais. Você pode confinar o mover do Espirito dentro do seu entendimento. Tentar colocar Deus dentro do seu reino racional é como tentar prender o vento numa jaula. Ele é como o vento, é impossível confina-lo. Tudo que devemos fazer é nos render a Ele somente.
* Esta nação precisa de homens e mulheres de Deus que não cocem as orelhas das pessoas. Precisamos de pregadores que falem às pessoas o que elas precisam ouvir não o que desejam ouvir! Necessitamos de homens e mulheres que saibam que a sua fonte é Deus e não a igreja ou as pessoas.
* Em muitas igrejas não há mais mensagens desafiadoras para convencer os membros de seus pecados. A condição da igreja vai de mal a pior por causa dos ministros que estão mais preocupados com as sua reputação do que em proclamar a verdade. Precisamos nos tornar como o Mestre que a si mesmo se esvaziou. (Fl 2. 7).
* Precisamos de pregadores que saibam que se Deus tiver de trazer o sustento deles através dos corvos ou dos anjos, Ele é capaz de fazer isso. Ele não depende dos membros da igreja ou da sua lista de correspondência. O ministro sabe que Deus foi o que lhe chamou e lhe sustenta. Foi para isso que Ele leva para a sua faculdade no deserto.
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
AGUARDANDO UMA RESPOSTA DE DEUS
PROVÉRBIOS 16; 1 AGUARDANDO UMA RESPOSTA DE DEUS.
•Quem não já esperou uma resposta de Deus, ou, ainda está esperando?
•Resposta por um emprego, por um milagre na família, no financeiro, e por ai vai...
•Alguns homens de Deus oraram e esperaram uma resposta, e, obtiveram.
•COM VOCÊ NÃO SERÁ DIFERENTE...
1.PARA UMA SAÍDA RÁPIDA (DO EGITO).
•(Êxodo 3; 9) Eis que o clamor dos filhos de Israel é vindo a mim, e também tenho visto a opressão com que os egípcios os oprimem.
•Durante 430 anos servindo ao Faraó, os judeus aguardavam uma resposta com esperança.
•(Êxodo 12; 40) O tempo que os filhos de Israel habitaram no Egito foi de quatrocentos e trinta anos.
•A resposta de Deus foi Moisés para tirar o povo de Egito.
•(Êxodo 12; 41, 42) E aconteceu que, passados os quatrocentos e trinta anos, naquele mesmo dia, todos os exércitos do SENHOR saíram da terra do Egito.
•Esta noite se guardará ao SENHOR, porque nela os tirou da terra do Egito; esta é a noite do SENHOR, que devem guardar todos os filhos de Israel nas suas gerações.
•(Êxodo 13; 9) E te será por sinal sobre tua mão e por lembrança entre teus olhos, para que a lei do SENHOR esteja em tua boca; porquanto com mão forte o SENHOR te tirou do Egito.
•Uma saída com triunfo, levaram muitas riquezas.
•(Êxodo 12; 35) Fizeram, pois, os filhos de Israel conforme à palavra de Moisés, e pediram aos egípcios jóias de prata, e jóias de ouro, e roupas.
•A resposta das suas orações foram respondida e o nome do Senhor foi glorificado.
2.PARA SAIR À GUERRA.
•Davi precisava de uma resposta.
•(I Samuel 23; 2) E consultou Davi ao SENHOR, dizendo: Irei eu, e ferirei a estes filisteus? E disse o SENHOR a Davi: Vai, e ferirás aos filisteus, e livrarás a Queila.
•O responde a Davi e agora Davi sai com segurança e a batalha foi ganha.
•Quantas guerras nós enfrentamos, e, muitas vezes sem orar ao Senhor, para ver se é da vontade dele ou não, descer a batalha.
•O homem faz os planos, mas, a resposta vem dos lábios do Senhor.
•É bom esperar a resposta de Deus em tudo que vamos fazer.
3.PARA UMA VIRADA DE CATIVEIRO.
•Jô com a situação que ele vivia, mas mesmo assim Jô esperava com esperança ema resposta de Deus.
•Deus trabalha em curto, médio e longo prazo.
•O servo de Deus Jô estava no aguardo de uma resposta.
•(Jó 35; 4) Eu te darei resposta, a ti e aos teus amigos contigo.
•Mais tarde foi respondida, quando o Senhor manda Jó orar elos seus amigos.
•Ai Deus mudou o cativeiro de Jó.
•(Jó 42; 7, 8, 10) Sucedeu que, acabando o SENHOR de falar a Jó aquelas palavras, o SENHOR disse a Elifaz, o temanita: A minha ira se acendeu contra ti, e contra os teus dois amigos, porque não falastes de mim o que era reto, como o meu servo Jó.
•Tomai, pois, sete bezerros e sete carneiros, e ide ao meu servo Jó, e oferecei holocaustos por vós, e o meu servo Jó orará por vós; porque deveras a ele aceitarei, para que eu não vos trate conforme a vossa loucura; porque vós não falastes de mim o que era reto como o meu servo Jó.
•E o SENHOR virou o cativeiro de Jó, quando orava pelos seus amigos; e o SENHOR acrescentou, em dobro, a tudo quanto Jó antes possuía.
•Jô esperou que Deus lhe desse a resposta, e com isso Deus virou o seu cativeiro.
•Muitas das fezes para obtermos a resposta de uma oração, principalmente quando alguém nos fere. É necessário orar por ele primeiro par que depois as bênçãos possam vir sobre nós.
•(Provérbios 25; 21, 22) Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe pão para comer; e se tiver sede, dá-lhe água para beber;
•Porque assim lhe amontoarás brasas sobre a cabeça; e o SENHOR to retribuirá.
CONCLUSÃO
•Aguardar uma resposta de Deus é fácil porque Deus mais cedo ou mais tarde responde.
•Deus guarda as suas petições, para depois responder, o curto, médio e longo prazo é com deus.
•A uns ele responde logo no curto prazo, a outros no médio prazo e a outros no longo porque Ele sabe da minha e da tua persistência.
ACESSO A DEUS
TEXTO: ROMANOS 5; 2.
TEMA: ACESSO A DEUS.
INTRODUÇÃO.
Nenhum homem tinha acesso diretamente a Deus antes de Cristo ter nos justificado.
Foi Ele e por Ele que obtivemos acesso direto ao Pai.
1.Por qual caminho Israel podia aproximar-se?
A)O sacrifício exigido tinha que ser trazido pelo sumo sacerdote e assim a entrada estaria livre.
•(Levítico 16; 8-10) E Arão lançará sortes sobre os dois bodes; uma pelo SENHOR, e a outra pelo bode emissário.
•Então Arão fará chegar o bode, sobre o qual cair a sorte pelo SENHOR, e o oferecerá para expiação do pecado.
•Mas o bode, sobre que cair a sorte para ser bode emissário, apresentar-se-á vivo perante o SENHOR, para fazer expiação com ele, a fim de enviá-lo ao deserto como bode emissário.
2.Como a entrada é possível nos dias de hoje?
A)Através do sacrifício de Cristo.
•(Hebreus 9; 13, 14) Porque, se o sangue dos touros e bodes, e a cinza de uma novilha esparzida sobre os imundos, os santifica, quanto à purificação da carne,
•Quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará as vossas consciências das obras mortas, para servirdes ao Deus vivo?
•O sangue de Jesus é o ponto principal do conceito de redenção no meio da humanidade.
•Cristo, ao morrer na cruz, deu seu sangue inocente a fim de remover nossos pecados e nos reconciliar com Deus.
B)Por Jesus, o único caminho.
•(João 14; 6) Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
•O caminho — A cruz que nos dá acesso quando nos arrependemos de coração, a expiação que Ele fez por nós tem valor.
•A verdade — é a nova aliança que inclui a “lei da liberdade” que perfeitamente agrada a Deus.
•A vida — Ele provou na sua ressurreição, e fará o mesmo com todos os que estiverem nEle ligado pela Palavra.
•Foi Ele que preparou o caminho para que pudéssemos ter acesso a Deus.
C)Através dEle, a única porta.
•(João 10; 9, 10) Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens.
•(João 10:10) - O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.
•Quem entra por meio de Cristo será salvo, isto é; terá vida eterna e uma vida longa aqui na terra. Todo quanto necessitamos para ser liberto. Jesus é a única porta que o ser humano tem para entrar para ser salvo.
D)Por meio de Seu eterno propósito.
•(Efésios 2; 12-16) Que naquele tempo estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo.
•Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto.
•Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio,
•Na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz,
•E pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades.
•(Efésios 3; 11, 12) Segundo o eterno propósito que fez em Cristo Jesus nosso Senhor,
•No qual temos ousadia e acesso com confiança, pela nossa fé nele.
3.Todos são convidados para entrar?
A)Todos são bem vindos.
•(Mateus 11:28) - Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
B)Eles devem chegar confiadamente.
•(Hebreus 4; 16) Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.
•Podemos chegar com confiança ao trono celestial, sabendo que nossas orações são bem acolhidas e ouvidas por nosso Pai celestial.
•É chamado de Trono da Graça, porque dEle fluem o amor, o socorro, a misericórdia, o perdão, o poder Divino, o batismo no espírito Santo, os dons espirituais, o fruto do espírito e tudo que precisamos em todas as circunstancias.
•Uma das maiores bênçãos da salvação é que Cristo, agora, é nosso sumo sacerdote.
4.As promessas aos que se aproximam.
A)Ele não lança ninguém fora.
•(João 6; 37) Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora.
•Jesus promete receber de coração todos os que se chegam a Ele com arrependimento e fé.
B)Nunca nos abandonará.
•(Hebreus 13; 5, 6) Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei.
•E assim com confiança ousemos dizer: O SENHOR é o meu ajudador, e não temerei O que me possa fazer o homem.
•Não importa quão limitadas sejam nossas possessões terrenas, nem quão difíceis sejam as nossas circunstancias, nunca devemos temer que Deus nos deixará ou nos abandonará.
•As escrituras declaram que o Pai celestial tem cuidado de nós. Por isso, podemos dizer; O Senhor é o meu ajudador e não temerei. Essa afirmação pode ser feita com confiança, em tempos de necessidades, de aflição, de provações ou adversidades.
C)Concede paz e descanso.
•(Mateus 11; 29) Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.
•(João 14; 27) Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.
Conclusão.
Ter acesso significa: ter entrada, poder aproximar-se, se aceito e ser ouvido, ter liberdade para vir após ser removido cada obstáculo.
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
SECULARIZAÇÃO NA IGREJA
SECULARIZAÇÃO NA IGREJA
Quando analisamos as cartas enviadas às Sete Igrejas, logo percebemos uma terrível realidade: Satanás luta com todas as suas forças contra o Povo de Deus!
1.A igreja de Éfeso; Satanás faz perder o primeiro amor.
2.A igreja de Esmirna; Satanás lança os que dizem que são (não são) para atribular os que são.
3.A igreja de Pérgamo; Satanás lança alguns para servi de tropeço diante dos filhos de Deus.
4.Na Igreja de Sardes; Satanás tinha conseguido implantar uma sua Sinagoga.
5.Na Igreja de Laodicéia; Satanás tinha conseguido colocar um tipo de fogo estranho.
6.Na Igreja de Tiatira; Satanás tinha infiltrado, nada menos, do que uma falsa profetiza, por nome Jezabel!
7.Na Igreja de Filadeufia; Satanás não conseguiu êxodo, Gloria a Deus por essa igreja. Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra.
Desde sempre o objetivo de Satanás tem sido tornar a Noiva de Cristo semelhante à Igreja de Laodicéia, a fim de que, no último dia, ela venha ser “vomitada” da boca do Senhor! Por isso, cada cristão deve viver em estado de alerta contra todas as investidas do Maligno; mesmo contra aquelas que são extremamente sutis! Na verdade, uma vez que Satanás sabe que é infrutífero lutar contra a Igreja, ele tem, agora, utilizado outro meio: a amizade! Isso mesmo! Satanás tem oferecido a sua “amizade” a Igreja. E por mais incrível que pareça, não são poucos aqueles que têm retribuído o favor. Para explicar melhor este assunto queremos falar sobre a Secularização da Igreja.
I – O QUE É SECULARIZAÇÃO?
Quando falamos em “secularismo” ou “secularização”, a primeira palavra que nos vem à mente é “século”. Não há nada de errado com isso. O único problema é imaginarmos “século” apenas como uma referência a um período de “cem anos”; mas na verdade, o termo “século” significa muito mais do que isso!
A palavra “século”, conforme atesta o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, também tem o significado de “mundo” e “vida terrena”.
O Uso Bíblico do Termo “Século”. É com o sentido de “mundo” e “vida terrena” que a Bíblia, na maioria dos casos, utiliza o termo século.
Veja as seguintes referências: Ec.9:6; Mt.12:32; Mc.10:30; I Co.1:20; II Co.4:4; Gl.1:4; Ef.1:21; 6:12; II Tm.4:10; Tt.2:15 e Hb.6:5 (Almeida Corrigida).
Podemos notar nestes versos que “mundo” ou “século”, refere-se a “vida terrena” em contrates com a “vida eterna”. Tais passagens também nos alertam para o perigo de trocarmos aquilo que é por toda eternidade, por coisas que logo se vão. Desta forma podemos definir o secularismo como sendo o amor às coisas terrenas em detrimento das coisas espirituais.
1.A Secularização do Mundo.
Uma vez entendido que “secularização” tem haver com “vida terrena” podemos tentar definir o que vem a ser a secularização.
Mas antes, vamos voltar novamente ao Dicionário da Língua Portuguesa para ver como ele explica o termo secularismo: “exclusão, rejeição ou indiferença à religião e a ponderações teológicas”.
O dicionário secularismo define como o secularismo: “sistema de doutrinas e práticas que rejeitam qualquer forma de fé religiosa e adoração”.
Nós vivemos, portanto, num mundo secularizado; ou seja, um mundo que valoriza apenas o que pertence a “este século”, a “este mundo” e a “vida terrena”.
A ideologia predominante no mundo de hoje se interessa apenas em buscar a satisfação da humanidade e não demonstra a menor preocupação com as realidades da vida eterna.
Para o homem pós-moderno, tudo que existe e importa é a vida terrena.
2. A Secularização da Igreja.
Na Bíblia a Igreja é vista sempre como estando em constante oposição ao mundo. Neste caso é importante diferenciar as coisas.
Quando falamos de “mundo” nos referimos a “este século” (I Cor. 1.20; II Cor. 4.4; Ef. 6.12); ou seja, aos valores morais e espirituais corrompidos da nossa era.
A Igreja de forma alguma se opõe ao mundo físico, na verdade, ela dever ser a primeira a preservá-lo, mesmo sabendo que pouco tempo resta para que ele venha ser substituído por “novos céus e nova terra”.
Cuidar da Terra foi um dos primeiros mandamentos que o Senhor deu ao homem no Jardim do Édem.
A Igreja se opõe ao mundo enquanto entendido como “sistema moral e religioso”. Todavia, alguns estão se demonstrando cansados com tal luta. Eles desejam um oásis em meio ao deserto da tribulação. Não quererem mais lutar, antes, deseja aproveitar tudo o que o mundo oferece. Então a Igreja abre sua porta para os valores do mundo e se torna “secularizada”, “mundana”.
II – CONSEQUENCIAS DA SECULARIZAÇÃO DA IGREJA.
A princípio, a secularização parece bastante atraente; mas no fim da história, a Igreja sempre vai sair no prejuízo.
E não pode ser diferente: a Igreja é exatamente o oposto do que o mundo quer que ela seja; uma vez que ele estenda a sua mão em amizade ao mundo, ela perde a sua identidade e deixa de ser aquilo a que foi vocacionada a ser: Igreja!
Para identificarmos as consequências e prejuízos da secularização da Igreja, podemos traçar um breve histórico de como tais males tem afetado a Igreja do Senhor em épocas diversas.
1. A Secularização na Igreja Primitiva.
Os cristãos primitivos eram assolados pelas tentações da vida terrena e muitos deles foram enganados.
PODEMOS VER ISSO NAS CARTAS ENVIADA AS SETE IGREJAS.
Os crentes da Igreja de Éfeso, por exemplo, se tornaram tão amantes da vida terrena que acharam não mais precisar do Senhor Jesus.
Éfeso era uma Igreja materialmente rica e prospera; mas o amor à riqueza a tornou espiritualmente deficiente a ponto de o Senhor tê-los alertado do perigo que se avizinhava.
Quase todas as Igrejas da Ásia enfrentaram problemas semelhantes.
2. A Secularização da Igreja no 3° Século.
No Terceiro Século, a Igreja vinha, desde muito tempo, resistindo bravamente às perseguições e investidas do Império Romano. Mas tudo aquilo mudaria com a [suposta] conversão do Imperador Constantino. Quando Constantino se converteu, a Igreja, de perseguida passou a ser a religião oficial do Estado e, agora, ser cristão era uma questão de estar na moda. Os crentes passaram a desfrutar de grandes privilégios e benefícios. Em pouco tempo, nos mostra a história, a Igreja mergulhou numa profunda escuridão espiritual que perdurou por toda a Idade Média. Mais tarde, Deus levantaria homens que despertariam a Igreja de seu sono, culminando na Reforma Protestante.
3. A Secularização da Igreja nos Dias Atuais.
Nunca foi tão fácil professar a fé cristã como agora, se comparamos os nossos dias com outros períodos da História da Igreja.
Porém, toda esta facilidade não foi capaz de nos tornar cristãos melhores.
De fato, a Igreja de nosso tempo está se secularizando tão, ou mais rapidamente, do que todas as que antecederam.
Uma prova disso está na mensagem que pregamos:
Hoje é anunciado um evangelho de facilidades e diluímos verdades eternas em chavões que podem ser encontrados nas palavras de qualquer guru de autoajuda disponível no mercado.
Hoje, apresentamos aos homens um Deus que tudo faz e nada pede; um Deus submisso e refém do homem soberano, que cansado de pedir, agora pede, exige e determina. Acreditamos em um Salvador, mas damos as costas a um Senhor; desejamos uma salvação, mas relutamos a deixar vida que conduz a ruína, queremos ser salvos; mas queremos permissão para ficar no poço!
Por isso, a Igreja é hoje vista como uma empresa e deve se adequar ao gosto da clientela. Tal atitude só pode nos conduzir a um secularismo cada vez mais evidente, uma vez que a “clientela” é formada de homens inteiramente submissos ao pecado.
III – COMO NOS DEFENDER DA SECULARIZAÇÃO?
Jesus não abandonou as Igrejas da Ásia a sua própria sorte. Nada disso! Ele se fez presente orientando-as a voltarem ao caminho certo.
Devemos tomar cuidado ao falar da Igreja de Cristo. Ainda que ela falhe e peque, continua sendo a Noiva do Cordeiro, comprada com Seu precioso sangue.
Não é a vontade de o Senhor rejeitar sua Igreja, o seu desejo é vê-la restaurada completamente! Para isso ele tem capacidade seu povo a resistir neste tempo do fim.
1. A Palavra de Deus.
Nada mais eficaz contra o engano do que a verdade sendo anunciada “em tempo e fora de tempo” (II Timóteo 4.2). Nas Escrituras Sagradas encontramos qual é a perfeita vontade do Senhor para as nossas vidas. Toda vez que a Igreja despreza ou se descuida da Palavra ela é fatalmente envolvida pela apostasia espiritual.
2. O Espírito Santo. Pertence a Ele o “convencer do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).
Uma Igreja cheia do Espírito é uma Igreja protegida contra o erro. Não que o Espírito seja um amuleto protetor; mas sim, que devemos estar sempre atentos a Sua Voz e Direção, através das Escrituras, para que possamos identificar e resistir às investidas de Satanás.
CONCLUSÃO:
Satanás tentou seduzir as Sete Igrejas e está tentando seduzir a nossa hoje. Mas, o Senhor Jesus Cristo diz que as suas ovelhas “ouvem a sua voz”. Estamos prontos para ouvir a voz de Cristo hoje?
Estamos dispostos a rejeitar as ofertas da “vida terrena” na esperança de alcançarmos “bens maiores” no porvir?
Esta é a questão a ser respondida por cada um de nós; afinal, não podemos servir a dois Senhores! Ou não!
domingo, 3 de agosto de 2014
DIANTE DO SENHOR VEIO JOÃO BATISTA NO ESPIRITO E PODER DE ELIAS
Diante do Senhor veio João Batista no espirito e poder de Elias.
Deus disse que enviaria o profeta Elias antes do grande e terrível dia do Senhor. Este Elias que está para vir não é o Elias de 1 e 2 Reis reencarnado. O texto não está se referindo a um homem histórico e nem está limitado a um mero homem. Ao contrario, descreve o verdadeiro significado de Elias. Para explicar, a palavra Elias vem de duas Palavras Hebraicas el e yahh. El significa PODER ou FORÇA e yahh, o próprio nome do verdadeiro Deus Jeová. Colocando-os juntos, chegamos a poder ou força de Jeová. O verdadeiro Deus. Então, o que Malaquias estava dizendo era que anterior ao dia do Senhor, deus enviaria um manto ou uma unção profética na força e no poder do verdadeiro Deus.
Antes da primeira vinda de Jesus, o anjo Gabriel apareceu a Zacarias, o pai de João Batista, e descreveu o chamado na vinda de seu filho, como se segue: E converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor, seu Deus. E irá diante do Senhor no espirito e poder de Elias, para converter o coração dos pais aos filhos, converter os desobedientes à prudência dos justos e habilitar para o Senhor um povo preparado. (Lucas 1. 16, 17).
João era o profeta Elias enviado para preparar o caminho do Senhor anterior à primeira vinda de Jesus. Ele era a voz do que clama no deserto. Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas. (Marcos 1. 3). O impulso de seu ministério era tornar o coração dos filhos de Israel de volta para Deus; sua mensagem: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus. (Mateus 3. 2). Arrependimento significa uma mudança de coração, não apenas uma mudança de ação. As ações dos filhos de Israel eram muito religiosas, mas o coração deles estava longe de Deus. Milhares frequentavam as sinagogas fielmente, inconscientes da verdadeira condição de seus corações. Então Deus levantou o profeta João para expor a real condição do coração deles. João declarou à multidão: Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira (julgamento) vindoura? Produzi, pois frutos dignos do arrependimento e no comeceis a dizer entre vós mesmos: Temos por pai a Abraão. (lucas 3. , 8).
Ele expôs o engano no qual seus corações estavam afirmados. Eles criam que eram justificados por que eram filhos de Abraão e por causa de sua fidelidade da frequência à sinagoga e na entrega dos dízimos. João não foi enviado para os gentios que nunca haviam confessado conhecer a Deus; ele foi enviado para despertar as ovelhas perdidas da casa de Israel, e prepará-las para receberem a Jesus.
João batista cumpriu as profecias de Elias para os seus dias antes da primeira vinda do Senhor Jesus. Todavia, Malaquias profetizou que esta unção enviada antes do grande e terrível dia do Senhor. Isto significa que havia dois diferentes cumprimentos da profecia. Isto é explicado através do seguinte texto bíblico: Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro e aos irmãos Tiago e João e os levou, em particular; a um alto monte. E foi transfigurado diante deles. O seu rosto resplandecia como o sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz. E eis que lhes apareceram Moises e Elias, falando com Ele. (Mateus 17. 1-3).
É digno de nota que a face de Jesus brilhava como o sol, que as suas vestes tornaram-se brancas como a luz e Moises e Elias apareceram e conservam com Ele. Quando Jesus retornar naquele grande e terrível dia, em seu corpo glorificado. Ele irá governar e reinar por mil anos sobre a Terra em seu corpo glorificado, e os seus santos irão governar com Ele. Continuando os versos bíblicos, lemos:
E, descendo eles do monte, Jesus lhes ordenou, dizendo: A ninguém conteis a visão, até que o Filho do homem seja ressuscitado dentre os mortos. E os seus discípulos o interrogaram, dizendo: Por que dizem então os escribas que é mister que Elias venha primeiro? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Em verdade Elias virá primeiro, e restaurará todas as coisas; Mas digo-vos que Elias já veio, e não o conheceram, mas fizeram-lhe tudo o que quiseram. Assim farão eles também padecer o Filho do homem. Então entenderam os discípulos que lhes falara de João o Batista. (Mateus 17. 9-13).
Jesus falou isto depois que João tinha sido decapitado. Notemos que ele se refere a dois diferentes períodos de tempo da unção de Elias: futuro(virá) e passado (já veio).
Anterior à segunda vinda de Jesus Cristo, uma vez mais Deus irá levantar uma unção profética. Todavia, dessa vez o manto não cairá sobre um homem apenas, mas sobre um grupo de profetas, homens mulheres ungidos no corpo de Cristo. No livro de Atos, Pedro citou o profeta Joel: E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, Que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; E os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, Os vossos jovens terão visões, E os vossos velhos terão sonhos; E também do meu Espírito derramarei sobre os meus servos e as minhas servas naqueles dias, e profetizarão; E farei aparecer prodígios em cima, no céu; E sinais em baixo na terra, Sangue, fogo e vapor de fumo. O sol se converterá em trevas, E a lua em sangue, Antes de chegar o grande e glorioso dia do Senhor. (Atos 2. 17-20).
Uma das definições da palavra “profecia” na língua grega, nos versos acima, é “falar sob Divina inspiração”. Como podemos notar esta unção para falar o que ao ministério profético, mas virá sobre aqueles ministros que seguirão a Deus completamente, que não estão preocupados em construir seus próprios ministérios e que não são intimidados pelas opiniões de homens ou de organizações. Esta unção também virá sobre os remanescentes, homens e mulheres, que seguirão a Deus de todo o coração sem temer o homem. Jovem que, embora não estejam no ministério de tempo integral, vão fluir nesta unção irá cair sobre o povo remanescente na igreja. Estes não dobrarão seus joelhos em compromisso com o mundo, mas prepararão a Igreja para o retorno do Senhor.
Como João Batista, estes profetas Elias vão buscar as ovelhas perdidas que se decepcionaram com a estrutura da Igreja, assim como aquelas que se afastaram por causa alguma ofensa. Há muitos que frequentam a igreja e se sentem protos para o retorno de Jesus. Como as pessoas no tempo de João Batista, eles creem que pelas suas obras, frequência à igreja, dízimos ou pelo fato de que um dia fizeram a oração entrega a Cristo, são justificados. Eles podem até crer que são justificados, mas a verdade é que eles não estão prontos para a volta de Jesus.
Há ministros que vivem aquém do patrão que deus estabeleceu para eles. Suas vidas estão cheias de ambição e de prazer. Eles usam o ministério para servir a si mesmos e a seus próprios alvos. Alguns vivem como hipócritas; ignoram e atemorizam suas famílias, contudo, na igreja, agem espiritualmente e com amor. Tais líderes não podem continuar de pé. Eles podem parecer firmes por algum tempo, mais cedo ou mais tarde serão apanhados por seus próprios erros. Da mesma forma, os lideres religiosos da época de João criam que, através do serviço, do treinamento, das experiências e da amizade com os colegas de ministério e com as organizações, eles seriam justos aos olhos de Deus. Ou, talvez porque muitos seguem o ministério deles, creem que Deus os tem aprovado. Os fariseus tinham um grande numero de seguidores até que a Palavra do Senhor veio a João no deserto e eles os deixaram. Então estes ministros hipócritas vieram ouvir o que Deus estava dizendo através de um homem que entregou não apenas sua boca para Deus, mas também sua vida inteira!
Sim, o dia do Senhor virá sobre os ministros que são arrogantes e orgulhosos. Na verdade vai começar com eles. Haverá um esquadrinha-mento de suas vidas privadas e de seus motivos. Eles também pensaram que, desde que seus pais dormiram tudo permanece o mesmo.
Ministros do Senhor esvaziem os seus corações agora para que vocês possam cumprir o chamado de Deus em suas vidas e assim escaparem do julgamento dele.
Deus abençoe as vossas vidas...
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