sábado, 23 de agosto de 2014

QUANDO JESUS OLHOU PARA A CRUZ

QUANDO JESUS OLHOU PARA A CRUZ Deus teve o proposito de enviar Jesus para a cruz desde o inicio? Essa foi à pergunta de certo homem que se dizia pregador do na Inglaterra. Para ele Jesus não pensava na crucificação no inicio do seu ministério. Ele veio com o proposito de que os homens o seguissem e não que o matassem. As escrituras, porém, tornam claro que a cruz de Cristo não foi uma reflexão tardia nem um acidente humano, pois Jesus era “o cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap. 13. 8). Em sua mensagem no dia do pentecostes, Pedro afirmou esta verdade quando disse que Jesus fora “entregue pelo determinado designo e presciência de Deus” (At. 2. 23). Pedro se achava presente quando tudo aconteceu: ele sabia que o calvário não foi uma surpresa para Jesus. Anos mais tarde, quando escreveu a sua primeira carta, Pedro chamou Jesus de cordeiro que foi “conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo” (1 Pe. 1. 20). Pode alguma coisa ser mais clara que isso? Paulo concordou com Pedro e que a cruz estava na mente e no coração de Deus desde o inicio. Afinal de contas, se Deus prometeu a vida eterna “antes dos tempos eternos” (Tt. 1. 2), e se ele “nos escolheu nele (Cristo) antes da fundação do mundo” (Ef. 1. 4), “e escreveu nossos nomes no livros da vida” (Ap. 17. 8), então o grande plano da salvação pertence aos conselhos Divinos da eternidade. JESUS FOI ASSASSINADO OU MORREU VOLUNTARIAMENTE? Quando Jesus veio a esta terra. Ele sabia que tinha vindo para morrer; vamos ouvir então as palavras do próprio Mestre, explicando as escrituras aos dois discípulos desanimados na estrada de Emaús. “Porventura, não convinha que o Cristo padecesse e entrasse na sua gloria”? (Lc. 24. 26). A cruz foi uma determinação Divina e não um acidente humano. Ela foi uma tarefa dada por Deus e não uma opção humana. Mais tarde, naquela mesma noite, Jesus apareceu aos onze apóstolos e disse: “Assim está escrito que o Cristo havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia” (Lc. 24. 46). Jesus não foi assassinado; Ele entregou voluntariamente a sua vida pelas suas ovelhas. A sua morte era uma necessidade no plano eterno de Deus.

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