quinta-feira, 14 de novembro de 2013
A MATEMÁTICA DO MILAGRE
TEXTO: MATEUS 14; 13-21.
INTRODUÇÃO — Naquela tarde Jesus resolve fazer o milagre da multiplicação, e, com apenas cincos Pães e dois peixes para sustentar cinco mil homens sem contar mulheres e crianças.
TEMA: A MATEMÁTICA DO MILAGRE.
Como podemos fazer isso? Observando as OPERAÇÕES DA MATEMÁTICA DO MILAGRE relatadas neste texto:
1.A primeira operação é diminuir. O que?
•Hipocrisia até acabar com ela. Vs. 15.
•Os discípulos não estavam preocupados com a multidão, como pode parecer à primeira vista. Apesar do discurso de Jesus ser tão piedoso, eles, na verdade, queriam apenas se livrar daquela gente, pois uma multidão com fome sempre é um grande problema.
•Em outras palavras, eles estavam sendo hipócritas. Mas Jesus não "engoliu" sua farsa ("A multidão não precisa ir embora" – disse-lhes o Mestre).
•Pois o Nosso Senhor não fará milagres enquanto houver hipocrisia em nossos lábios e em nossos corações.
•Isaías 29.13: "Este povo... com os seus lábios me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim...”•
•Aplicação: Hipócrita é aquele pecador que antigamente fazia tanto pelo pecado e agora faz tão pouco por Jesus:
•Antes, ele andava a distância que fosse para satisfazer seus desejos. Enfrentava qualquer tempo. Agora qualquer chuvinha o faz faltar aos cultos.
•Gastava grande parte do seu salário para sustentar seus vícios. Agora acha que o dízimo é pesado de mais. Gastava horas com bares, festas, jogos etc. Agora acha que um culto de duas (2) horas é admissível. Dava tudo de si para as coisas do mundo. Agora nega seu tempo, recursos e talentos para Jesus.
2.A segunda operação é somar. O que?
•RESPONSABILIDADE — Vs. 16.
•Explicação: Jesus foi bem enfático: "Dai-lhe vós de comer". O problema da fome das multidões É NOSSO! É nossa responsabilidade. Jesus não fará nenhum milagre de multiplicação enquanto não assumirmos a nossa responsabilidade.
•Ele vai multiplicar, mas não para mim, para eu satisfazer meus desejos e caprichos, mas para que NÓS tenhamos condições de dar conta das nossas responsabilidades.
•O problema da sociedade não é problema do governo, É PROBLEMA NOSSO. Por que se nós formos assumir a responsabilidade de filho de Deus iríamos se preocupar com o povo, então poderíamos somar mais para o Reino de Deus. Mais é mais fácil se preocupar mais com nós mesmo do que com a sociedade e a salvação deles, e assim eles perecem de fome. E A CULPA DIANTE DE DEUS SERÁ NOSSA.
3.A terceira operação é dividir. O que?
•OS RECURSOS (DEDICAÇÃO) — Vs. 17-19.
•Explicação: Antes de ver a multiplicação, os discípulos tiveram que colocar seus escassos recursos nas mãos de Jesus e vê-lo partindo (dividindo) o pão.
•Antes de vermos o milagre da multiplicação em nossas vidas, temos que fazer o mesmo. Temos que colocar todos os nossos recursos em suas mãos e deixá-lo dividir à vontade.
•Jesus falou em. Mateus 16.25: "Quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á".
•Aplicação: Provavelmente Jesus vai ordenar que você divida seus tempos, talentos, antes de multiplica-los.
4.A quarta operação é multiplicar.
•Esta operação da Matemática do Milagre não é o homem quem faz. É Jesus. Aleluia!
•Quando o homem, de todo o seu coração e sem reservas, faz as três primeiras operações, Jesus faz a última. A tão esperada e maravilhosa multiplicação!
•Não vai faltar, nem para você nem para ninguém. Os escassos recursos dos discípulos eram insuficientes até para eles mesmos, mas, nas mãos de Jesus, eles se multiplicaram e todo mundo se fartou e ainda sobraram 12 cestos.
CONCLUSÃO—Diminua a hipocrisia (até acabar com ela).
Some as responsabilidades (o problema é nosso).
Divida seus escassos recursos (tempo, bens e talentos).
E creia nesta palavra: Não vai faltar, nem para você nem para - ninguém ao seu redor, pois Jesus vai multiplicar.
Deus seja louvado!
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
A MÃO RESSEQUIDA É A FÉ RESSEQUIDA
TEXTO: MATEUS 12; 9-13.
Introdução A mão é parte do corpo com a qual nós nos apropriamos e pegamos as coisas.
No mundo espiritual da apropriação das coisas é a fé . E com ela podemos fazer o seguinte;
A)Receber a salvação.
Porque pela graça sois salvo, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; (Ef 2; 8). B)Receber as promessas.
O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a tenham por tardia; mas Ele é longânimo pra convosco. (2 Pedro 3; 9).
C)A cura física.
Paulo passando por listra viu um homem que era coxo desde o ventre mais tinha fé para ser curado; então disse levanta-te e o homem ficou são; (Atos 14; 8-10).
1 - A MÃO RESSEQUIDA É A FÉ RESSEQUIDA.
O homem tinha a mão mirrada, sem força para segurar, que não se abria para receber.
Assim é a fé ressequida.
A. não se abre para receber as bênçãos de Deus.
Vive em carência espiritual, porque não se abre para recebê-las.
B. Não tem forças para receber as promessas.
Quando vêm as dificuldades. Quaisquer obstáculos o desanimam, por menor que seja.
C. perde as forma sadia. Fica cheia de deformidades produzidas por depressões e pensamentos impróprios.
D. É impotente para realizar grandes feitos. Não crê que o invisível pode se tornar visível.
2 - PORQUE AQUELE HOMEM PRECISAVA SER CURADO? Porque aquele homem estava na congregação. Por isso Jesus quis curá-lo, uma vez que ele fazia parte do povo de Deus. Jesus quer te curar porque você faz parte do seu povo.
1. O homem tem grande valor para Deus.
a)Por ser obra da Sua mão.
b)Por ser feito semelhança dEle.
c)Por você ser feito com carinho pelas as suas mãos.
3. O QUE JESUS DIZ PARA NÓS?
a)Abra o coração para as bençãos de Deus. Creia que Deus quer fazer algo por nós.
b)Aproprie-se das promessas da palavra de Deus, que garantem salvação, perdão, vitória sobre o Diabo.
c)Disponha-se a exercitar a fé. A fé é um exercício diário e deve ser alimentada com a palavra de Deus e com oração.
CONCLUSÃO
Aqueles cuja fé está ressequida devem olhar para os exemplos de fé crendo que não é o privilégio de alguns, mas de todos que creem em Jesus Cristo e na palavra de Deus.
Introdução A mão é parte do corpo com a qual nós nos apropriamos e pegamos as coisas.
No mundo espiritual da apropriação das coisas é a fé . E com ela podemos fazer o seguinte;
A)Receber a salvação.
Porque pela graça sois salvo, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; (Ef 2; 8). B)Receber as promessas.
O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a tenham por tardia; mas Ele é longânimo pra convosco. (2 Pedro 3; 9).
C)A cura física.
Paulo passando por listra viu um homem que era coxo desde o ventre mais tinha fé para ser curado; então disse levanta-te e o homem ficou são; (Atos 14; 8-10).
1 - A MÃO RESSEQUIDA É A FÉ RESSEQUIDA.
O homem tinha a mão mirrada, sem força para segurar, que não se abria para receber.
Assim é a fé ressequida.
A. não se abre para receber as bênçãos de Deus.
Vive em carência espiritual, porque não se abre para recebê-las.
B. Não tem forças para receber as promessas.
Quando vêm as dificuldades. Quaisquer obstáculos o desanimam, por menor que seja.
C. perde as forma sadia. Fica cheia de deformidades produzidas por depressões e pensamentos impróprios.
D. É impotente para realizar grandes feitos. Não crê que o invisível pode se tornar visível.
2 - PORQUE AQUELE HOMEM PRECISAVA SER CURADO? Porque aquele homem estava na congregação. Por isso Jesus quis curá-lo, uma vez que ele fazia parte do povo de Deus. Jesus quer te curar porque você faz parte do seu povo.
1. O homem tem grande valor para Deus.
a)Por ser obra da Sua mão.
b)Por ser feito semelhança dEle.
c)Por você ser feito com carinho pelas as suas mãos.
3. O QUE JESUS DIZ PARA NÓS?
a)Abra o coração para as bençãos de Deus. Creia que Deus quer fazer algo por nós.
b)Aproprie-se das promessas da palavra de Deus, que garantem salvação, perdão, vitória sobre o Diabo.
c)Disponha-se a exercitar a fé. A fé é um exercício diário e deve ser alimentada com a palavra de Deus e com oração.
CONCLUSÃO
Aqueles cuja fé está ressequida devem olhar para os exemplos de fé crendo que não é o privilégio de alguns, mas de todos que creem em Jesus Cristo e na palavra de Deus.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
A liberdade humana e seus limites
Texto: Gn. 1.15-17
INTRODUÇÃO Deus criou um paraíso e colocou nele o homem.
TEMA:A LIBERDADE HUMANA E SEUS LIMITES.
1- A liberdade humana – “De toda árvore do jardim comerás livremente”.
Deus colocou muitas árvores frutíferas à disposição do homem, representando tudo o que o Senhor nos dá para o nosso deleite.
2- O limite – “... mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás”.
Não existe liberdade absoluta.
O ser humano precisa, desde criança, conhecer os seus limites.
A árvore proibida representa aquilo que pertence a Deus, ou que pertence ao próximo, ou aquilo que nos prejudicaria de alguma forma, mesmo sendo algo atraente e aparentemente agradável (Gn. 3.6).
O que Deus nos dá é muito mais do que aquilo que ele nos nega, pede ou proíbe.
Somente uma árvore foi proibida. Entretanto, o homem quer muito mais do que aquilo que lhe é dado.
3- Transgressão e conseqüência – “No dia em que dela comeres, certamente morrerás”.
Quem se dispõe a ir além dos limites estabelecidos por Deus, cometendo o pecado, deve estar consciente dos efeitos de suas atitudes e ações.
Adão e Eva comeram do fruto proibido e morreram espiritualmente. Tudo o que semearmos vamos colher.
Conclusão:
Deus queria poupar o homem daquela amarga experiência.
As proibições divinas têm o propósito de nos proteger. Não são opressoras, mas funcionam como uma cerca à beira do abismo, para que sejam evitadas as desastrosas conseqüências do pecado.
Usufruamos tudo o que Deus nos dá e respeitemos os limites que ele estabeleceu (Pv. 22.28).
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
A INCULPABILIDADE DO CRISTÃO COM O PECADO
TEXTO: ROMANOS 6; 1-14.
INTRODUÇÃO — A ORIGEM DAS PERGUNTAS.
• O apostolo Paulo inicia o capitulo com uma pergunta, a pergunta é decorrência do Vs, 20 do capitulo anterior.
• Romanos 5; 20 - Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; Mas, onde o pecado abundou superabundou à graça.
• Paulo esclarece que isso não significa que devemos pecar ou continuar a pecar para recebermos mais da Sua graça.
• Essa pergunta é o ponto de partida para esclarecer há necessidade de santificação dos cristãos, para que ninguém venha confundir a graça de Deus com abuso da liberdade cristã.
•Em Romanos 5; 12-19; O apostolo traça um paralelo entre Adão e Cristo, mostrando que toda humanidade está unificada em Adão e agora em Cristo.
• Por causa da transgressão de Adão, todos os homens tornaram-se pecadores, e por isso a morte passou a todos os homens. V. 12.
• Mas em virtude da justiça de Jesus, Deus coloca gratuitamente pela fé em Jesus a salvação, que está à disposição de toda a raça humana.
• O apostolo afirma que com a promulgação (divulgação) da lei, abundou o pecado.
A condição humana piorou ao invés de melhorar. Até que veio o Salvador e então superabundou a graça.
Paulo apresenta um paralelo exato entre a lei e a graça.
TEMA: A INCULPABILIDADE DO CRISTÃO COM O PECADO.
1. MORTO PARA O PECADO V. 02.
• Morto para o pecado não significa que o pecado, no cristão tenha sido zerado; porque isso seria perfeição absoluta. E na terra não é lugar de santo.
• Essa fraseologia era muito comum entre os judeus, para eles morrer significava separação total, não ter mais nada com a situação anterior.
• Isso significa que o novo nascimento é o divisor entre o velho homem e a nova criatura. Aqui morre toda a maldição hereditária. Não temos mais nada com o mundo; agora viveremos para Jesus; (Cl. 3; 3-5).
• Como pode alguém estar morto para o pecado e, ao mesmo tempo, continuar a viver nele? Não é possível o cristão viver do mesmo modo que vivia antes de conhecer a Jesus.
1.1 O VELHO HOMEM CRUCIFICADO V. 6ª.
• Não devemos confundir esta crucificação com a que diz em Gálatas 5; 24. Pois no versículo 6 o apostolo fala de algo que já aconteceu, enquanto que, em Gálatas ele fala de algo que acontece com todos os que são crucificados com Cristo.
• O que esta no versículo 6 fala de morte definida e legal, é algo passado. Já em Gálatas 5; 24, diz respeito a morte moral, que continua. É a morte do Eu. Já em Romanos é a morte para o pecado que o homem praticava antes de conhecer a Jesus.
1.2 DESFEITO O CORPO DO PECADO V. 6b.
• Essa expressão usada pelo apostolo, denota a natureza pecaminosa que se exterioriza por meio do corpo. O velho homem foi abolido legalmente na morte de Jesus, e com Ele, morremos (2 Cor. 5; 14). Diante disso não há como servir a um tirano destronado nem obedecer a um sistema caído, como o de satanás.
• A palavra desfeito tem o sentido de vencido, dominado e não destruído. A expressão; a fim de que não sirvamos mais o pecado. Nos deixa claro que devemos servir unicamente a Cristo, que é o nosso Senhor.
1.3 A MORTE LIBERTA O HOMEM DO PECADO V. 7.
• Porque aquele que está morto, está justificado do pecado. Não se pode aplicar uma sentença a um morto.
• Por conseguinte, nosso compromisso com o pecado se foi quando morremos com Cristo. Por isso, estamos libertos do reino do pecado. Justificado, aqui, fala a respeito à libertação do poder do pecado.
1.4 NOSSA IDENTIFICAÇÃO COM CRISTO V. 8-10.
• Vamos ler mais uma vez os versículos 4, 5, e veja a analogia que o apostolo faz. Sepultado com Ele pelo batismo na morte, significa que estamos identificados com Cristo na sua morte. Da mesma maneira fomos ressuscitados com Ele já sua ressurreição (V. 9, 10). Diante disso, vem a conclusão. Considerai-vos mortos para o pecado; mais vivos pára Deus, em Cristo Jesus nosso Senhor. (V. 11).
1.5 SANTIFICAÇÃO V. 11.
• Vivo para Deus, Significa viver em santidade. A santificação é um dos aspectos da salvação, bem como a justificação e regeneração, (1 Cor. 6; 11...Tt. 3; 5-7). Santificação é: Separado do mundo ou aparar-se do pecado, consagra-se para Deus.
1.6 DOMÍNIO DO PECADO V. 12.
• A salvação pela graça traz como resultado a santificação (1 Cor. 6; 11). Não reinar em nosso corpo o pecado mortal. Isso implica-nos em viver em retidão moral, de maneira irrepreensível e inculpável no meio de uma geração perversa e corrompida (Fl. 2; 15... Cl. 1; 22... 1 Ts. 2; 10).
CONCLUSÃO.
Somos livres do pecado para servir a justiça de Deus (Rm. 6; 18).
A salvação pela graça não nos deixa isento do compromisso com Deus, com a palavra e com a igreja.
Devemos ter muito cuidado, pois o abuso da liberdade crista leva o cristão a libertinagem.
Isto passa a ser um devasso ou um zombador da palavra, mesmo dentro da igreja.
INTRODUÇÃO — A ORIGEM DAS PERGUNTAS.
• O apostolo Paulo inicia o capitulo com uma pergunta, a pergunta é decorrência do Vs, 20 do capitulo anterior.
• Romanos 5; 20 - Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; Mas, onde o pecado abundou superabundou à graça.
• Paulo esclarece que isso não significa que devemos pecar ou continuar a pecar para recebermos mais da Sua graça.
• Essa pergunta é o ponto de partida para esclarecer há necessidade de santificação dos cristãos, para que ninguém venha confundir a graça de Deus com abuso da liberdade cristã.
•Em Romanos 5; 12-19; O apostolo traça um paralelo entre Adão e Cristo, mostrando que toda humanidade está unificada em Adão e agora em Cristo.
• Por causa da transgressão de Adão, todos os homens tornaram-se pecadores, e por isso a morte passou a todos os homens. V. 12.
• Mas em virtude da justiça de Jesus, Deus coloca gratuitamente pela fé em Jesus a salvação, que está à disposição de toda a raça humana.
• O apostolo afirma que com a promulgação (divulgação) da lei, abundou o pecado.
A condição humana piorou ao invés de melhorar. Até que veio o Salvador e então superabundou a graça.
Paulo apresenta um paralelo exato entre a lei e a graça.
TEMA: A INCULPABILIDADE DO CRISTÃO COM O PECADO.
1. MORTO PARA O PECADO V. 02.
• Morto para o pecado não significa que o pecado, no cristão tenha sido zerado; porque isso seria perfeição absoluta. E na terra não é lugar de santo.
• Essa fraseologia era muito comum entre os judeus, para eles morrer significava separação total, não ter mais nada com a situação anterior.
• Isso significa que o novo nascimento é o divisor entre o velho homem e a nova criatura. Aqui morre toda a maldição hereditária. Não temos mais nada com o mundo; agora viveremos para Jesus; (Cl. 3; 3-5).
• Como pode alguém estar morto para o pecado e, ao mesmo tempo, continuar a viver nele? Não é possível o cristão viver do mesmo modo que vivia antes de conhecer a Jesus.
1.1 O VELHO HOMEM CRUCIFICADO V. 6ª.
• Não devemos confundir esta crucificação com a que diz em Gálatas 5; 24. Pois no versículo 6 o apostolo fala de algo que já aconteceu, enquanto que, em Gálatas ele fala de algo que acontece com todos os que são crucificados com Cristo.
• O que esta no versículo 6 fala de morte definida e legal, é algo passado. Já em Gálatas 5; 24, diz respeito a morte moral, que continua. É a morte do Eu. Já em Romanos é a morte para o pecado que o homem praticava antes de conhecer a Jesus.
1.2 DESFEITO O CORPO DO PECADO V. 6b.
• Essa expressão usada pelo apostolo, denota a natureza pecaminosa que se exterioriza por meio do corpo. O velho homem foi abolido legalmente na morte de Jesus, e com Ele, morremos (2 Cor. 5; 14). Diante disso não há como servir a um tirano destronado nem obedecer a um sistema caído, como o de satanás.
• A palavra desfeito tem o sentido de vencido, dominado e não destruído. A expressão; a fim de que não sirvamos mais o pecado. Nos deixa claro que devemos servir unicamente a Cristo, que é o nosso Senhor.
1.3 A MORTE LIBERTA O HOMEM DO PECADO V. 7.
• Porque aquele que está morto, está justificado do pecado. Não se pode aplicar uma sentença a um morto.
• Por conseguinte, nosso compromisso com o pecado se foi quando morremos com Cristo. Por isso, estamos libertos do reino do pecado. Justificado, aqui, fala a respeito à libertação do poder do pecado.
1.4 NOSSA IDENTIFICAÇÃO COM CRISTO V. 8-10.
• Vamos ler mais uma vez os versículos 4, 5, e veja a analogia que o apostolo faz. Sepultado com Ele pelo batismo na morte, significa que estamos identificados com Cristo na sua morte. Da mesma maneira fomos ressuscitados com Ele já sua ressurreição (V. 9, 10). Diante disso, vem a conclusão. Considerai-vos mortos para o pecado; mais vivos pára Deus, em Cristo Jesus nosso Senhor. (V. 11).
1.5 SANTIFICAÇÃO V. 11.
• Vivo para Deus, Significa viver em santidade. A santificação é um dos aspectos da salvação, bem como a justificação e regeneração, (1 Cor. 6; 11...Tt. 3; 5-7). Santificação é: Separado do mundo ou aparar-se do pecado, consagra-se para Deus.
1.6 DOMÍNIO DO PECADO V. 12.
• A salvação pela graça traz como resultado a santificação (1 Cor. 6; 11). Não reinar em nosso corpo o pecado mortal. Isso implica-nos em viver em retidão moral, de maneira irrepreensível e inculpável no meio de uma geração perversa e corrompida (Fl. 2; 15... Cl. 1; 22... 1 Ts. 2; 10).
CONCLUSÃO.
Somos livres do pecado para servir a justiça de Deus (Rm. 6; 18).
A salvação pela graça não nos deixa isento do compromisso com Deus, com a palavra e com a igreja.
Devemos ter muito cuidado, pois o abuso da liberdade crista leva o cristão a libertinagem.
Isto passa a ser um devasso ou um zombador da palavra, mesmo dentro da igreja.
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